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sexta-feira, 1 de abril de 2011

As vozes dos porões

Ditadura nunca mais!

Muito boa! Genial!

Charge: Maringoni

Clique na imagem para ampliar.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Sobre o aniversário dos 47 anos ...


Do Blog do Kayser: Infeliz Aniversário.

Para não esquecer e, ao mesmo tempo, colocando os pingos nos is.

domingo, 9 de maio de 2010

Golpe mata um jornal e faz florescer ...


... outro, assim nasce Zero Hora, com o golpe de 1º de abril de 1964. Recomendo, sobre o assunto, duas leituras retiradas do Diário Gauche, aqui e aqui.
Imagem retirada, também, do mesmo blog.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Imprensa e direitos democráticos


A maior parte da imprensa brasileira apoiou a derrubada do governo constitucional de João Goulart e o golpe civil-militar de 1964. A maior parte, também, paulatinamente, na medida em que o movimento social aumentou a pressão, engrossou as fileiras do processo de abertura democrática, em defesa das liberdades de expressão, de manifestação, estudantil, sindical e partidária. Entre 1978 e 1985, vários veículos abriram espaço para as campanhas de anistia e das eleições diretas. A imprensa empresarial-burguesa atuou com força na Constituinte e na primeira campanha eleitoral para a Presidência da República após a ditadura. Por isso mesmo representa um grande retrocesso político-editorial entre os setores liberais e conservadores a reação ultradireitista contra o 3° Programa Nacional de Direitos Humanos. A nação precisa conhecer toda a verdade sobre a tortura, o assassinato e o desaparecimento dos perseguidos políticos da ditadura, assim como o Judiciário tem o dever de julgar os crimes de lesa-humanidade. O Brasil não pode seguir adiante, com dignidade, sem o completo esclarecimento daquele terrível período.
Fonte: ENTRELINHAS - A MÍDIA COMO ELA É, Hamilton Octavio de Souza, revista Caros amigos 155, fevereiro 2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Ainda sobre o III PNDH ...


... vou postar a última parte do Editorial 1, do Mino Carta, retirado da revista Carta Capital 579, de 20 de janeiro de 2010.
"Outros países sul-americanos reconstituíram o passado de formas diferentes e, no entanto, eficazes. Estão nitidamente à frente do Brasil e representam um exemplo recomendável. Estamos é muito atrasados. Tíbios e assustadiços. prisioneiros de inflexões, vezos, temores muito antigos, totalmente passadistas, anacrônicos, às vezes hipócritas e sempre inadeqiados ao nosso tempo. O golpe de 1964, de cujas consequências ainda padecemos, foi a mais recente desgraça brasileira, depois da colonização predatória, da escravidão, da Independência a resultar de uma briga familiar diante da indiferença do povo, da Proclamação da República manu militari. Ah, sim, não me consta que na Alemanha haja uma avenida Hitler e na Itália uma praça Mussolini. Já na Rússia, as estátuas de Stalin foram derrubadas. Em Brasília, entretanto, há uma ponte Costa e Silva, o ditador que assinou o AI-5, sobre o Lago Sul. Em São Paulo, uma rua Sérgio Fleury, celebrado mestre em tortura".