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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Não preciso esclarecer o meu apoio, ou o meu voto, ...


... ou os meus votos, esclarecer porque isso, isto ou aquilo. É sabido até pelo mundo mineral qual é o meu lado político, quais são as minhas convicções políticas, e, até, no tempo em que fiquei afastado votei "de cabo a rabo" no PT. Não preciso fazer uma declaração como o Mino Carta, da Carta Capital, pois não sou isento, não sou imparcial, sou de esquerda, e ainda sou PT.
A partir de amanhã farei algumas postagens referente ao quadro municipal, estadual e ...
Ilustração: capa da revista Carta Capital 603, 07 de julho de 2010.

domingo, 16 de maio de 2010

Mandantes e executores: Ditadura e Repressão


Mandantes e executores, um livro compara a ditadura brasileira com a argentina e a chilena. A nossa não matou mais porque não precisou.
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Acaba de ser lançado pela Paz e Terra o ensaio Ditadura e Repressão, de autoria do brasilianista Anthony Pereira, diretor do Brasil Kings College de Londres. A tese de Pereira: uma ditadura que conta com o suporte de um Judiciário, e realiza alguns julgamentos às claras, é mais eficaz para manter sob controle uma nação em peso. Refere-se à ditadura verde-amarela.
Título e pequeno trecho do Editorial, Mino Carta, revista Carta Capital 596.
Imagem retirada da mesma revista.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Ainda sobre o III PNDH ...


... vou postar a última parte do Editorial 1, do Mino Carta, retirado da revista Carta Capital 579, de 20 de janeiro de 2010.
"Outros países sul-americanos reconstituíram o passado de formas diferentes e, no entanto, eficazes. Estão nitidamente à frente do Brasil e representam um exemplo recomendável. Estamos é muito atrasados. Tíbios e assustadiços. prisioneiros de inflexões, vezos, temores muito antigos, totalmente passadistas, anacrônicos, às vezes hipócritas e sempre inadeqiados ao nosso tempo. O golpe de 1964, de cujas consequências ainda padecemos, foi a mais recente desgraça brasileira, depois da colonização predatória, da escravidão, da Independência a resultar de uma briga familiar diante da indiferença do povo, da Proclamação da República manu militari. Ah, sim, não me consta que na Alemanha haja uma avenida Hitler e na Itália uma praça Mussolini. Já na Rússia, as estátuas de Stalin foram derrubadas. Em Brasília, entretanto, há uma ponte Costa e Silva, o ditador que assinou o AI-5, sobre o Lago Sul. Em São Paulo, uma rua Sérgio Fleury, celebrado mestre em tortura".

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

De uma coluna do Mino Carta


Mais um "achado".
Do Mino Carta, seção A Semana, Carta Capital, 16 de novembro de 2005.
Karl Marx e Alexis de Tocqueville, embora tivessem ideias bastante diferentes a respeito do futuro da sociedade, concordavam em um ponto: a extrema pobreza não gera revolta, porém apatia.
Ralf Dahrendorf, notável pensador contemporâneo, retoma o assunto em um artigo publicado no início da semana passada. "A faixa da população de longe mais crítica - diz ele - é aquela que começou a progredir para novas e melhores condições, mas, lá pelas tantas, encontrou o caminho bloqueado."
"São estes os grupos - acrescenta Dahrendorf -, em lugar daqueles atingidos por miséria profunda e desesperada, que se mobilizam em contestações violentas e acabam por determinar grandes mudanças."

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