Mostrando postagens com marcador déficit zero. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador déficit zero. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Coragem para fazer enrolação


O tal de "déficit zero" foi uma falácia?
Mais uma das, tantas, cometidas no governo Yeda?

quinta-feira, 4 de março de 2010

Aqui no estado aconteceu uma insaciável ...


... e insana gula sobre o erário público, e ... nada!!!
A folha maquia, a Yeda maquia, eles maquiam!!!
O papel e a propaganda aceitam qualquer coisa . Aliás, tudo melhorou, principalmente a segurança: matam secretário, tiroteio na Redenção, suposta bomba no túnel (para mudar o foco das notícias?).
A mão rbssiana afaga tudo, sai pela tangente, não cobram as necessárias explicações, deixam espalhados por aí todos os ???????????????
Notícias discretas "an passant" sem aprofundamentos ou que causem transtornos desnecessários. Fossem outros os ocupantes do Piratini, ou do Paço Municipal, os assuntos viriam na capa com letras garrafais, em vermelho, pingando sangue. A quem eles pensam que enganam ou doutrinam, apenas a classe mérdia guasca e bovinóide, que cai na esparrela da pacificação, do moderno, do novo jeito de governar. Falando nisso que tal o uso irregular de R$ 164,7 milhões de recursos federais, da saúde, pelo governo do RS em aplicações no mercado financeiro para o ... déficit zero.
E eles têm o topete de falar em liberdade de imprensa.
Foto: Vitorino Mesquita ( igreja na Praia de São Simão)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O tal de déficit zero no RS ...


Ontem a governadora Yeda, facerita no mas, anunciou pelo segundo ano consecutivo o tal de déficit zero, mas não falou em investimentos (zero?) nem do arrocho no funcionalismo. Em compensação o seu governo está repleto de escândalos e rolos, aliás, em profusão.
Foto: Edu Andrade/Ag. Estado

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Peça no Teatro São Pedro?


Antes de atravessar a rua para chegar na Praça da Matriz dei uma rodeada no Teatro São Pedro. O que eu procurava? Ver se havia banners de alguma peça, nova, pois me falaram que estava para estrear uma tal de DÉFICIT ZERO: A FARSA, uma peça de ficção de uma diretora paulista muito inventiva, esperta, e ligeira, uma tal de Yeda Rorato Crusius. Mas não achei nada a respeito, mais uma propaganda enganosa.
Bah! Me lembrei do Putzsato, deve estar atucanado (ops!), ele é muito agitado, inquieto, nervoso, propenso a verborragia, e que já deveria estar andando de um lado para outro. Percebi que já havia passado um bom tempo, me liguei, e fui para a praça.
Enquanto procurava o Putz relembrei que após os acontecimentos de 1995, dos quais falei na postagem passada, só encontrei o vivente em 2000 nas eleições municipais aqui em Porto Alegre, aquela do cachorro louco, o que ficou lá pela rabeira.
Sacudi a cabeça para espantar os pensamentos e olhei em frente, na direção daquela barraca do governo (RS), quando vi uma silhueta conhecida, era a figuraça, barbicha, maneiras de dançarino, e com aquele jeito de quem foi gravado em conversa inconveniente. Continua segunda!
Foto: Vitorino Mesquita (Teatro São Pedro).